que inesperada alegria essa para começar a semana, me ver citado em companhias "de peso"!

curti a reflexão, Bruno.

inclusive me lembrei de algo que ouvi algum tempo atrás, um movimento de autores brasileiros que estavam escrevendo ficção-científica utópica no intuito que criar alternativas para um futuro "positivo", não-distópico — bem nesse sentido da vida imitar a arte.

procurei aqui e não consegui encontrar a referência, mas caso o faça, volto aqui.

abraço!

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